Ignácio de Loyola Brandão

Ignácio de Loyola Brandão é jornalista, escritor, roteirista de televisão e cronista do jornal O Estado de São Paulo. Seu primeiro livro, Depois do sol (contos), impulsionou sua carreira literária. Foi redator-chefe das revistas Cláudia, Realidade, Planeta e Vogue, entre outros periódicos. Escreveu romances importantes no contexto das letras brasileiras, entre eles Bebel que a cidade comeu, Zero, Não verás país nenhum, O verde violentou o muro, O homem do furo na mão, O menino que não teve medo do medo, Veia bailarina e O segredo da nuvem. Escreveu romances biográficos, entre eles, Desvirando a página: a vida de Olavo Setúbal (2008). Sua produção literária rendeu-lhe vários prêmios. Destaca-se, em meio a tantos, o Prêmio Jabuti como Melhor Livro de Ficção de 2008, por O menino que vendia palavras. É membro da Academia Paulista de Letras. Respeitado por seus pares, reconhecido pela qualidade de sua obra, Loyola é valorizado, de forma singular, pelas marcas de cidadania que o caracterizam. É coordenador dos debates das Jornadas Literárias de Passo Fundo desde 1988. Contribui decisivamente na organização de cada edição das Jornadas, desenvolvendo importante e inestimável consultoria. Também na literatura infanto-juvenil, em 2009, publicou Os escorpiões no círculo de fogo. Em 2010, lançou Ruth Cardoso: fragmentos de uma vida, narrativa sobre alguns momentos da vida de Ruth Cardoso. Em 2012, Solidão no fundo da agulha. Em 2013, O mel de Ocara: ler, viajar, comer. Em 2014, Os olhos cegos dos cavalos loucos.